Eu não caí de paraquedas nisso.
Estudei administração. Transferi para Logística. Me formei como Analista em Logística. Aprendi com professores da FGV. Passei a carreira gerindo processos e pessoas.
Coordenei mais de 80 motoboys entre Balneário, Itajaí, Brusque e Florianópolis pelo iFood. Cuidei do embarque e desembarque de tripulações em embarcações da Petrobras. Passei pela Vale e pela Shell. Estive por trás da logística de eventos únicos no Brasil: a F1 de Interlagos em SP, o Réveillon de Copacabana no RJ, a Festa do Boi em Parintins no AM. Logística nunca foi bico pra mim. É o que eu sei fazer com excelência.
Em 2020 montei um QG aqui em Balneário pra tocar a operação do iFood do meu jeito. Quando a sociedade chegou ao fim, fiquei com a sala e uma pergunta na mão: e agora?
Eu já tinha uma equipe própria de entregadores e a minha sala no Centro de BC. Em vez de repetir o óbvio, fui estudar o que estava rolando na logística das grandes cidades e também fora do Brasil. Afinal de contas, havia passado os últimos anos trabalhando em projetos específicos. Foi aí que encontrei o PUDO, ponto de retirada e envio, que o Mercado Livre começava a expandir pelo Brasil.
Me cadastrei. Pouco tempo depois, veio a ligação. Fomos os primeiros na região. Desde então, nunca parei de buscar novas parcerias, pra você ter mais comodidade e fazer tudo o que precisa num lugar só.
Atrás de cada pacote tem uma pessoa esperando.
Agora deixa eu te falar o que eu não admito.
O PUDO virou moda, e moda atrai gente despreparada. Atendimento de qualquer jeito, processo que ninguém segue, pacote que some e vira prejuízo do cliente. Pra mim isso nunca foi detalhe.
Esses dias, um dono de outra agência me procurou. Perdia pacote todo mês e levava o desconto. Sentei com ele e mostrei como a gente trabalha, numa boa, porque PUDO bem feito é bom pra todo mundo. A receita é simples, e até meio chata: a gente faz o básico bem feito, todo santo dia. Aqui nunca perdemos um pacote. Isso não é sorte. É método.
Tem cliente que chega meio receoso e pergunta: "aqui é tipo Correios?". Não. Aqui é o oposto disso. Correios é o lugar onde, quanto mais pacote, pior.
Aqui, quanto mais pacote, melhor, porque a gente gosta do que faz.
A Braz Log é, exclusivamente, um hub logístico. É o nosso core. Aqui não divido atenção com mais nada além do seu pacote. É logística o dia inteiro, todo dia. É por isso que dá pra confiar o seu pacote com a gente.
Um único endereço. Os maiores marketplaces. Seis transportadoras parceiras. Mais de vinte mil pacotes por mês desde 2019. O cliente chega achando que vai ser complicado e sai dizendo: "nossa, era só isso? Que organizado!". Esse "era só isso?" é o maior elogio que eu posso ouvir.
E não tem falsa modéstia aqui: a gente é foda no que faz.
Não por sorte, mas sim por método, por obsessão e por amor ao que fazemos. A gente incomoda, do jeito bom: incomoda quem se acostumou a fazer de qualquer jeito e achou que ninguém ia reparar. Quem vê a Braz Log, pessoalmente na loja ou pela tela do celular, sente a diferença na hora. E não consegue mais desver.
E é aqui que eu falo com você.
A Braz Log não é pra todo mundo. É pra quem reconhece trabalho bem feito quando vê.
e bate o olho aqui pensando "é isso que eu quero ser", você é dos nossos.
e dorme tranquilo sabendo que seu pacote está com quem leva isso a sério, você é dos nossos.
e cansou de pular de ponto em ponto até achar um lugar que entende o que você precisa, você é dos nossos.
Eu não tô tocando uma loja. Tô construindo o melhor PUDO do Brasil. Não é sobre ser o maior. É sobre ser o lugar onde o seu pacote é tratado como se fosse o meu. Eu não prometo milagre. Eu mostro: o pacote na prateleira, o número na tela, a porta aberta. Depois que você sente esse cuidado, não dá mais pra aceitar menos.
Logística não é sorte. É método. E quem sente a diferença não aceita menos.